Postado por [email protected] em 02/mar/2026 - Sem Comentários
Serviços iniciam nesta segunda-feira (02), com ações focadas na melhoria contínua da qualidade e regularidade do abastecimento de água nos municípios
A Águas do Pará inicia, nesta segunda-feira (02), a operação em mais 22 municípios do estado, passando a atender, ao todo, mais 419 mil paraenses. Com a chegada nessas cidades, a concessionária avança na universalização dos serviços de água e esgoto, que reflete em benefícios para a população. O novo pacote inclui cidades como Tucuruí, Benevides, São Miguel do Guamá e Curralinho (veja a lista completa abaixo).
A empresa assume integralmente a operação, incluindo captação, tratamento, distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto. Já neste início do trabalho, a Águas do Pará vai realizar uma série de adequações e reformas, de forma gradativa, para revitalizar os sistemas recebidos. Essa realidade foi um dos fatores também determinantes para a definição das prioridades de investimento nos municípios.
Somados, os investimentos nessas 22 cidades chegam a mais de R$ 67 milhões, que serão aplicados ao longo do primeiro ano de operação em ações com foco na melhoria contínua da qualidade e regularidade do abastecimento de água nos municípios. As intervenções vão de limpeza e perfuração de poços e implantação de sistemas de tratamento de água até reformas nos sistemas elétrico e mecânico.
“Nós sabemos que cada cidade tem um desafio diferente. Por isso, nossas equipes já entram trabalhando naquilo que é mais urgente para o morador, como aumentar a disponibilidade e a qualidade de água nas torneiras. Nosso compromisso é levar mais saúde e qualidade de vida para as famílias paraenses”, afirma André Facó, diretor-presidente da Águas do Pará.
Com a nova operação, a Águas do Pará passa a atuar em 86 municípios, atendendo a mais de quatro milhões de pessoas no estado.
Confira a relação dos 22 municípios onde a Águas do Pará inicia a operação em 02/03:
Brejo Grande do Araguaia, Goianésia do Pará, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Tucuruí, Ulianópolis, Cachoeira do Piriá, Maracanã, Santarém Novo, São Domingos do Capim, São Miguel do Guamá, Chaves, Curralinho, Gurupá, Santa Cruz do Arari, São Sebastião da Boa Vista, Benevides, Bujaru, Santa Bárbara do Pará, Santo Antônio do Tauá, Bannach e Piçarra.
Novos canais de atendimento – A partir de 02 de março os moradores dessas 22 cidades passam a contar com os canais de atendimento gratuitos e 24h da Águas do Pará. A concessionária disponibiliza o 0800 091 0091 para mensagens de WhatsApp e ligações telefônicas, além do site aguasdopara.com.br e o aplicativo Águas App, disponível para Android e iOS. Por esses canais, a população pode se informar sobre os serviços de abastecimento de água e a coleta e tratamento de esgotamento sanitário.
Operação assistida – Em outras 40 cidades paraenses, a Águas do Pará segue em operação assistida, período de transição durante o qual é realizado o mapeamento dos sistemas existentes, identificação das prioridades operacionais e desenvolvimento do plano de investimento, alinhado às metas contratuais. Durante a operação assistida nesses municípios, os atuais operadores de água e esgoto seguem trabalhando normalmente, incluindo com o atendimento aos clientes.
Universalização do saneamento – A Águas do Pará será responsável pelos serviços de água e esgotamento sanitário em 126 municípios do estado, beneficiando 5,5 milhões de pessoas. A meta é alcançar, até 2033, atendimento com abastecimento de água para 99% da população da Região Metropolitana de Belém, Marajó, Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Baixo Amazonas. Já a universalização do esgotamento sanitário, com 90% de atendimento, deverá ser atingida até 2033 na Região Metropolitana de Belém e Marajó; e até 2039 nas regiões Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Baixo Amazonas. Estão previstos mais de R$ 18,7 bilhões em investimentos durante os 40 anos de contrato – o maior investimento da história do saneamento na Amazônia Legal.
Serviço – Nas 86 cidades onde opera, a Águas do Pará mantém canais diretos com a população 24 horas por dia, sete dias da semana, que são o 0800 091 0091, disponível para ligações telefônicas e mensagens no WhatsApp, e o aplicativo Águas App, disponível para Android e iOS. Os paraenses também podem acompanhar as ações da concessionária por meio das redes sociais (@aguasdoparaoficial).
Postado por [email protected] em 02/mar/2026 - Sem Comentários
Entre setembro e janeiro, a concessionária já atendeu mais de 1.300 ordens de serviço voltadas apenas para a manutenção de rede. Este ano, haverá a substituição de 5,6 quilômetros de tubulações antigas por materiais mais resistentes e a implementação de tecnologias de ponta
Desde que assumiu as operações em Belém, Ananindeua e Marituba, em setembro do ano passado, a Águas do Pará enfrenta um dos maiores desafios de infraestrutura do estado: modernizar um sistema que opera por décadas sob forte desgaste. Ao completar seis meses de atuação, a concessionária tem buscado estabelecer ações estruturantes com investimentos e modernização, enquanto lida com intervenções emergenciais por conta da característica do sistema antigo.
O cenário encontrado pela empresa no início da operação revelou adversidades, como a existência de redes de amianto — material antigo e propenso a vazamentos —, além de equipamentos eletromecânicos que precisam de substituição e modernização. Segundo a concessionária, essa fragilidade estrutural é uma das principais causas das interrupções registradas nos últimos meses. Entre setembro e janeiro, a concessionária já atendeu mais de 1.300 ordens de serviço voltadas apenas para a manutenção de rede.
Investimentos e Tecnologia – Para 2026, o plano de metas é robusto. A concessionária destinou investimentos especificamente para a reestruturação e ampliação do abastecimento de água e esgotamento sanitário na capital. O foco principal é a substituição de 5,6 quilômetros de tubulações antigas por materiais mais resistentes e a implementação de tecnologias de ponta.
A “baixa pressão”, reclamação recorrente em pontos altos da cidade, também vai contar com intervenções que envolvem a instalação de 43 km de rede de reforço e cinco boosters — equipamentos projetados para bombear a água com maior força. Além disso, 51 novos registros de isolamento permitirão que manutenções sejam feitas de forma pontual, sem a necessidade de paralisar o abastecimento em conjunto de bairros.
“Nesses primeiros seis meses, o nosso maior esforço foi estabilizar um sistema que necessita de grandes melhorias estruturantes. São redes de amianto, antigas e inadequadas, que precisam ser trocadas e a adoção de tecnologias que permita antecipar soluções”, explica André Facó, diretor-presidente da Águas do Pará.
O desafio das perdas – Outra área de atuação da Águas do Pará será o combate ao desperdício. Atualmente, a rede sofre com vazamentos ocultos, ou seja, que não são percebidos a olho nu, e ligações clandestinas. Para reverter esse quadro, a empresa está instalando hidrômetros para garantir a medição real do consumo e utilizando sensores para identificar vazamentos antes que eles causem danos ao pavimento ou desabastecimento.
Outro desafio a ser enfrentado é da rede de água e esgoto sob residências. Em Belém, mais de 379 quilômetros da estrutura de saneamento passa por baixo de casas, representando mais de 15% do total de tubulação existente. A concessionária tem realizado obras para a substituição da estrutura antiga, buscando a melhoria no abastecimento em bairros como Miramar, Agulha, Ponta Grossa, Maracacuera, Campina de Icoaraci, Águas Boa, Sacramenta, Cabanagem e Farol (Mosqueiro).
“É um trabalho desafiador, mas trabalhamos com eficiência operacional e tecnologia. Por isso, acreditamos que os primeiros bons resultados sejam percebidos ainda ano, em parceria com o Governo do Estado, alcançando milhares de moradores com uma distribuição de qualidade e com o menor número possível de interrupções”, completaAndré Facó.
Investimentos desde o início da Operação –Desde o início das operações, no ano passado, e em parceria com o Governo do Estado, cerca de R$ 220 milhões foram aplicados na limpeza de poços e instalação de filtros zeólita, tecnologia que reforça o tratamento da água. Esta parceria, que inclui o suporte da Companhia de Saneamento do Estado do Pará (Cosanpa), que segue responsável pela captação e tratamento de água, impactou positivamente a rotina de mais de 740 mil pessoas na Região Metropolitana.
Presente em 86 municípios do estado, a Águas do Pará vai chegar ainda este ano em 126 cidades, beneficiando 5,5 milhões de pessoas. A meta é alcançar, até 2033, atendimento com abastecimento de água para 99% da população da Região Metropolitana de Belém, Marajó, Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Baixo Amazonas.
Já a universalização do esgotamento sanitário, com 90% de atendimento, deverá ser atingida até 2033 na Região Metropolitana de Belém e Marajó; e até 2039 nas regiões Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Baixo Amazonas. Estão previstos mais de R$ 18,7 bilhões em investimentos durante os 40 anos de contrato – o maior investimento da história do saneamento na Amazônia Legal.
“O saneamento é, antes de tudo, uma questão de saúde pública. Nosso compromisso com os moradores do estado é de longo prazo e não estamos aqui apenas para consertar tubulações, mas para construir um legado. Cada novo hidrômetro instalado, cada quilômetro de rede reforçada e cada investimento em tecnologia reflete nosso objetivo de garantir que a população tenha um serviço confiável e eficiente”, finaliza André Facó.