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Recuperação de poços, reforço no tratamento da água e modernização dos sistemas contribuíram para mais regularidade e segurança no abastecimento da cidade.
Há seis meses, uma série de melhorias começou a mudar a realidade do abastecimento de água em Tailândia. Desde que a Águas do Pará assumiu a operação do sistema no município, em dezembro de 2025, a concessionária vem atuando na recuperação de estruturas, modernização de equipamentos e reforço dos processos de tratamento da água, levando mais regularidade e segurança para os moradores.
As ações foram concentradas em diferentes etapas do sistema de abastecimento, desde a captação até a distribuição da água. Nesse período, quatro poços foram limpos e recuperados, oito bombas submersas substituídas e cinco sistemas passaram a contar com cloradores, reforçando o controle da qualidade da água distribuída à população.

A recuperação dos poços ajudou a aumentar a produção de água e melhorar o desempenho dos sistemas que abastecem a cidade, beneficiando cerca de 20 mil pessoas. Na prática, as intervenções contribuem para que mais água chegue às torneiras dos moradores, com mais regularidade e melhor qualidade, reduzindo problemas como alterações na cor, no odor e na aparência da água.
Já a instalação dos cloradores representa um reforço importante na segurança sanitária do abastecimento. O equipamento realiza a desinfecção da água, tornando-a mais segura para beber, cozinhar e realizar atividades de higiene. A medida ajuda a prevenir doenças relacionadas à água contaminada, como diarreias, hepatite A e cólera, beneficiando e protegendo especialmente crianças e idosos. Também foram realizadas limpezas em reservatórios que atendem mais de 18,8 mil pessoas, contribuindo para mais segurança sanitária e melhoria do abastecimento.
Os avanços também chegaram à rede de distribuição. No bairro Jardim Liberdade, foi implantado um sistema de by-pass, que é um caminho alternativo projetado para desviar o fluxo de água e atuar como uma rota de emergência, garantindo o fornecimento contínuo e evitando paralisações quando há manutenções, falhas ou picos de pressão. Já nos bairros Arboreto, Aeroporto e Cidade de Deus, foram executadas melhorias que ajudaram a aumentar a pressão da rede, reduzir perdas e tornar o abastecimento mais estável.
Além das intervenções físicas, o sistema passou a contar com novos equipamentos de monitoramento e automação, permitindo maior controle operacional e respostas mais rápidas em caso de ocorrências. As melhorias incluem a instalação de dispositivos para acompanhamento da pressão da rede e auxílio no funcionamento mais eficiente dos sistemas.

Para o gerente-executivo da Regional Paragominas, Romero do Rosário, os resultados observados nos primeiros seis meses demonstram que a recuperação dos sistemas já começa a refletir diretamente na vida da população.
“Quando falamos de saneamento, falamos de algo que impacta a rotina das pessoas todos os dias. Em Tailândia, encontramos estruturas que precisavam de recuperação e iniciamos um trabalho de modernização e reforço operacional para tornar o abastecimento mais seguro e confiável. Os avanços já podem ser percebidos na melhoria da qualidade da água, na maior regularidade do fornecimento e no fortalecimento da operação. É uma transformação que já começou e que seguirá avançando nos próximos meses”, destaca.
Os resultados já começam a ser percebidos na rotina dos moradores. Com mais água disponível nos sistemas, tratamento reforçado e maior controle operacional, o abastecimento se torna mais regular e seguro. Isso significa mais tranquilidade para atividades simples do dia a dia, como cozinhar, tomar banho, lavar roupas e manter a higiene da casa, além de contribuir para a prevenção de doenças e à melhoria da qualidade de vida da população.
Sobre a Águas do Pará
A Águas do Pará será responsável pelos serviços de água e esgotamento sanitário em 126 municípios do estado, beneficiando 5,5 milhões de pessoas. A meta é alcançar, até 2033, atendimento com abastecimento de água para 99% da população da Região Metropolitana de Belém, Marajó, Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Baixo Amazonas. Já a universalização do esgotamento sanitário, com 90% de atendimento, deverá ser atingida até 2033 na Região Metropolitana de Belém e Marajó, e até 2039 nas regiões Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Baixo Amazonas.

