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Como parte do plano de melhorias em execução nos municípios atendidos, a Águas do Pará realizou a modernização dos sistemas de desinfecção da água produzida e distribuída nas duas cidades
A nova tecnologia proporciona um ambiente de trabalho mais seguro e garante maior eficiência no processo realizado nas Estações de Tratamento de Água (ETAs). O sistema de tratamento assumido recentemente pela Águas do Pará nesses municípios utilizava o cloro gás, produto que exige cuidados rigorosos por se tratar de uma substância altamente tóxica. A concessionária fez a substituição por geradores de hipoclorito de sódio, sistema que reduz riscos operacionais, aumenta a segurança dos colaboradores e permite maior controle na dosagem aplicada durante o tratamento da água.
A desinfecção é uma das etapas mais importantes do tratamento de água, pois é responsável por eliminar bactérias, vírus e outros microrganismos que podem causar doenças.
“Ao tornar esse processo mais seguro e eficiente, reforçamos a confiabilidade do abastecimento, assegurando que a água distribuída chegue às residências dentro dos padrões de qualidade exigidos, além de tornar o processo mais seguro para as equipes e garantir maior estabilidade na dosagem do produto. “, explica o gerente executivo da concessionária na regional de Abaetetuba, Michelangelo de Lima.
A iniciativa integra o conjunto de melhorias contínuas promovidas pela Águas do Pará nos municípios atendidos, com foco na adoção de tecnologias mais seguras, sustentáveis e alinhadas às melhores práticas do setor de saneamento.
Sobre a Águas do Pará – A Águas do Pará será responsável pelos serviços de água e esgotamento sanitário em 126 municípios do estado, beneficiando 5,5 milhões de pessoas. A meta é alcançar, até 2033, atendimento com abastecimento de água para 99% da população da Região Metropolitana de Belém, Marajó, Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Baixo Amazonas. Já a universalização do esgotamento sanitário, com 90% de atendimento, deverá ser atingida até 2033 na Região Metropolitana de Belém e Marajó; e até 2039 nas regiões Nordeste, Sudeste, Sudoeste e Baixo Amazonas. Estão previstos mais de R$ 18,7 bilhões em investimentos durante os 40 anos de contrato – o maior investimento da história do saneamento na Amazônia Legal.
