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Durante a campanha Setembro Amarelo, vários municípios onde a Águas do Pará atua realizaram atividades em alusão ao autocuidado e a valorização da vida. Em Capanema, no nordeste paraense, os funcionários da Águas do Pará participaram de uma roda de conversa e desabafos, com bases na ancestralidade indígena, chamada “círculo restaurativo”. Um momento de desacelerar e se colocar como prioridade. A ideia de proporcionar essa experiência aos profissionais da empresa partiu da analista de Responsabilidade Social, Dayane Gomes, que também é representante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) e apresentou esta proposta como a primeira ação da CIPA regional Bragança:
“Trazer essa temática em forma de círculo, de diálogo, para que os colaboradores se sintam parte desse contexto, de uma forma mais acolhedora, mais próxima. Isso faz parte também dos princípios que a AEGEA traz consigo no nosso dia a dia, que são a empatia, o talento, a autorresponsabilidade… Então, todas essas ferramentas, elas acabam fortalecendo e, no dia a dia, promovem a segurança do colaborador, a saúde mental.”
De acordo com dados do Ministério da Previdência Social, só em 2024, foram quase meio milhão de afastamentos do trabalho por questões relacionadas à saúde mental. O maior número que o Brasil registrou em dez anos. Portanto, adotar medidas que ajudem a preservar a sanidade dos trabalhadores impacta diretamente no funcionamento das empresas. A atividade realizada em Capanema também contou com a participação da psicóloga Evana Oliveira, que destacou a importância de se trazer esse momento de calma, em meio à correria da rotina profissional:
“Há toda uma sistemática de tempo, né? De ordens de serviço, de cumprimento de metas. É importante a gente parar um pouquinho, fazer uma dinâmica, que faça com que o trabalhador se enxergue e tenha nele esse sentimento de pertencimento à empresa, um pertencimento também social, coletivo. E, sobretudo, um pertencimento de si. Muitas das vezes, o trabalhador acaba só se enxergando dentro da empresa e não se olha como ser humano. Então, quando a gente valoriza a vida é valorizar o ser humano.”
