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 Programa prevê encontros periódicos para construção conjunta de soluções
Criar um canal direto de escuta com as comunidades e transformar demandas em ações concretas. Esse é o objetivo do programa Afluentes, iniciativa executada pela Águas do Pará, que estabelece uma relação mais próxima e contínua com lideranças comunitárias em diferentes bairros da Região Metropolitana de Belém.
O programa é realizado em todas as concessionárias da Aegea, empresa controladora da Águas do Pará, e tem como base a escuta ativa, a transparência e a construção conjunta de soluções. A proposta é simples, mas essencial: ouvir quem vive a realidade do dia a dia, entender as necessidades de cada território e, a partir disso, aprimorar os serviços de abastecimento de água e as ações socioambientais da concessionária.
O Afluentes já está presente em municípios atendidos pela Águas do Pará e será ampliado para todas as 126 cidades de atuação da concessionária, reforçando o compromisso com a escuta ativa e o diálogo permanente com as comunidades. Atualmente, o programa conta com 1.158 lideranças comunitárias distribuídas em 80 municípios do estado, consolidando uma rede que conecta diferentes territórios e realidades.
Em Belém, o primeiro encontro do Afluentes na capital reuniu cerca de 50 lideranças comunitárias em uma tarde de troca e diálogo. A proposta é que essas reuniões aconteçam a cada quatro meses, fortalecendo uma relação contínua entre a empresa e as comunidades.
Durante o encontro, realizado na última semana, gerentes de diferentes áreas apresentaram as ações que vêm sendo realizadas para melhorar o abastecimento de água, enquanto lideranças trouxeram suas vivências, desafios e demandas diretamente de seus territórios. O momento também contou com a presença do diretor-presidente da Águas do Pará, André Facó, e do diretor-presidente Valdir Alcarde Junior.
Para quem vive a realidade das comunidades há décadas, o momento foi visto como um marco. Morador do Conjunto Satélite há mais de 50 anos, Jorge Pompeu destacou a importância da iniciativa. “Nós nunca tivemos um feedback entre moradores e empresa, isso é uma novidade. Chegar e ser bem tratado, saber como trabalha a empresa, como as ações são executadas, entender como a água chega até nós, é interessante estar aqui hoje”, afirmou. Ele relembrou ainda as dificuldades do passado: “No tempo que eu cheguei na minha comunidade, há 53 anos, as torneiras das casas tinham que ter pedaços de pano em volta, pra coar a água que saía dali. Hoje, graças a Deus, nós não usamos mais esse método porque sabemos que a água é de qualidade, saudável até para beber”.
No bairro do Barreiro, o impacto das mudanças também já é percebido. O líder comunitário Luciano Sena destacou a importância da aproximação. “A gente sofria muito com racionamento de água e, graças à Águas do Pará, agora a gente não tem mais esse problema. Esse momento aqui é muito importante, antes não tinha essa aproximação, nossas queixas não eram ouvidas. Essa proximidade ajuda muito na resolução dos problemas que existem dentro do nosso bairro”, disse. Ao avaliar os oito meses de atuação da concessionária, ele completa: “Hoje em dia, nosso bairro não tem mais aquela carência de água que tinha antes. Isso abre caminho para o crescimento econômico, porque os trabalhadores vão poder usar a água e o bairro pode se desenvolver”.
Já na Pratinha, a líder comunitária Roseli Pessoa ressaltou o significado de ser convidada para participar do encontro. “É a primeira vez que a gente recebe um convite desse e, pra mim, que sou líder de um bairro que sofre com a precariedade da água, estar aqui já é uma vitória. Sempre que preciso ser atendida em alguma demanda, eu consigo através da Águas do Pará”, contou. Sobre as melhorias, ela também percebe avanços: “Antes a nossa água vinha com muita ferrugem, não dava para lavar roupa, principalmente roupas brancas. Agora não, a gente já vê que dá até para cozinhar, porque a água vem clara, limpa. Foi uma evolução muito boa”.
Representando a Águas do Pará, a gerente executiva de Responsabilidade Social, Mariana Sena, reforçou que o programa nasce justamente dessa necessidade de estar mais próximo de quem vive a realidade do dia a dia. “O Afluentes é, acima de tudo, um canal de escuta. A gente entende que melhorar o serviço passa por ouvir quem está lá na ponta, nas comunidades. Quando a gente abre esse espaço de diálogo, conseguimos compreender melhor as necessidades, ajustar nossas ações e construir soluções junto com as lideranças. É uma relação de parceria que queremos fortalecer cada vez mais”, destacou.
Além de aproximar a empresa das comunidades, o Afluentes também contribui para o desenvolvimento local, ao incentivar ações socioambientais, ampliar o acesso à Tarifa Social e reforçar a importância do saneamento básico para a qualidade de vida e o meio ambiente.
Mais do que um evento pontual, o programa reforça um compromisso contínuo: o de ouvir, dialogar e caminhar junto com as comunidades.

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